Campos Escalares Relativísticos: Bases, Vácuo e Propagadores
1 Introdução
Objetivos da Aula: - Construir uma base completa no espaço de fase para campos escalares relativísticos - Explorar a normalização e as liberdades de gauge na escolha da base - Conectar a escolha da base com a definição do vácuo e a simetria de inversão temporal - Desenvolver a solução com fonte (propagador) para o campo escalar
Contexto: Estendemos o problema do oscilador harmônico para o caso de infinitos graus de liberdade, representando um campo escalar relativístico. A estrutura simplética do espaço de fase agora inclui uma integral sobre todos os modos de Fourier.
2 Base no Espaço de Fase
2.1 Definição da Base
Para cada vetor de onda \(\mathbf{k}\), definimos pares de funções temporais: \[f_{\mathbf{k}}(x_0), \quad q_{\mathbf{k}}(x_0)\] onde \(x_0 = ct\) é a coordenada temporal. A base completa no espaço de fase é composta por: \[\Psi_{\mathbf{k}} = \begin{pmatrix} f_{\mathbf{k}} \\ q_{\mathbf{k}} \end{pmatrix}\] com a dependência espacial dada por \(e^{i\mathbf{k}\cdot\mathbf{x}}\).
Observação: Estamos usando a notação \(x_0\) para a coordenada temporal, seguindo a convenção relativística onde as coordenadas espaço-tempo são \((x_0, x_1, x_2, x_3)\).
2.2 Produto Simplético
O produto entre dois elementos da base é definido por: \[(\Psi_{\mathbf{k}'}, \Psi_{\mathbf{k}}) = -i\int_{\mathbb{R}^3} \left[f_{\mathbf{k}'}^* q_{\mathbf{k}} - q_{\mathbf{k}'}^* f_{\mathbf{k}}\right] d^3x\] Substituindo as dependências espaciais: \[(\Psi_{\mathbf{k}'}, \Psi_{\mathbf{k}}) = -i\left[f_{\mathbf{k}}^* q_{\mathbf{k}} - q_{\mathbf{k}}^* f_{\mathbf{k}}\right]\delta^{(3)}(\mathbf{k} - \mathbf{k}')\] A base é ortogonal com normalização delta de Dirac.
2.3 Normalização da Base
Para que a base seja ortonormal no sentido da delta de Dirac: \[-i\left[f_{\mathbf{k}}^* q_{\mathbf{k}} - q_{\mathbf{k}}^* f_{\mathbf{k}}\right] = 1\] Equivalentemente: \[2\,\text{Im}(f_{\mathbf{k}}^* q_{\mathbf{k}}) = 1\]
Definição (Vácuo): A escolha das funções de base que satisfazem a condição de normalização define o vácuo da teoria. Diferentes escolhas correspondem a diferentes definições de vácuo.
3 Liberdades na Escolha da Base
3.1 Graus de Liberdade
Para cada \(\mathbf{k}\), temos \(f_{\mathbf{k}}, q_{\mathbf{k}} \in \mathbb{C}\) (4 graus de liberdade reais). As restrições são:
- Equação de normalização: 1 equação real \(\Rightarrow\) 3 graus de liberdade
- Liberdade de gauge (fase): \(f_{\mathbf{k}} \to e^{i\theta_{\mathbf{k}}} f_{\mathbf{k}}\), \(q_{\mathbf{k}} \to e^{i\theta_{\mathbf{k}}} q_{\mathbf{k}}\)
A liberdade de fase reduz mais um grau de liberdade, resultando em 2 graus de liberdade efetivos.
Observação: A liberdade de fase corresponde à ambiguidade na definição das soluções complexas: podemos escolher \(V = V_1 + iV_2\) ou \(V = V_2 + iV_1\), ou qualquer combinação linear equivalente.
3.2 Solução Geral do Oscilador Harmônico
A equação de movimento no espaço de Fourier é: \[\ddot{f}_{\mathbf{k}} = -\omega_{\mathbf{k}}^2 f_{\mathbf{k}}, \quad \omega_{\mathbf{k}} = |\mathbf{k}|\] A solução geral é: \[f_{\mathbf{k}} = N_{\mathbf{k}} e^{-i\omega_{\mathbf{k}} x_0} + M_{\mathbf{k}} e^{+i\omega_{\mathbf{k}} x_0}\] onde \(N_{\mathbf{k}}, M_{\mathbf{k}} \in \mathbb{C}\).
Observação: O primeiro termo representa frequências positivas (propagação para frente no tempo), e o segundo, frequências negativas (propagação para trás no tempo).
3.3 Condição de Normalização em Termos de N e M
Da condição de normalização: \[2\omega_{\mathbf{k}}\left(|N_{\mathbf{k}}|^2 - |M_{\mathbf{k}}|^2\right) = 1\] ou, equivalentemente: \[\omega_{\mathbf{k}}\left(|N_{\mathbf{k}}|^2 - |M_{\mathbf{k}}|^2\right) = \frac{1}{2}\]
Observação: Esta é uma relação hiperbólica que define vetores tipo tempo no espaço de Minkowski.
3.4 Escolha do Vácuo
A escolha mais simples é \(M_{\mathbf{k}} = 0\), resultando: \[N_{\mathbf{k}} = \frac{1}{\sqrt{2\omega_{\mathbf{k}}}}\] Isso define as funções de base: \[f_{\mathbf{k}} = \frac{1}{\sqrt{2\omega_{\mathbf{k}}}} \frac{e^{-i\omega_{\mathbf{k}} x_0}}{\sqrt{(2\pi)^3}} e^{i\mathbf{k}\cdot\mathbf{x}}\] \[q_{\mathbf{k}} = -i\sqrt{\frac{\omega_{\mathbf{k}}}{2}} \frac{e^{-i\omega_{\mathbf{k}} x_0}}{\sqrt{(2\pi)^3}} e^{i\mathbf{k}\cdot\mathbf{x}}\]
Nota: Esta escolha elimina as soluções de frequência negativa, definindo o vácuo de Minkowski. A normalização inclui o fator \((2\pi)^{-3/2}\) para garantir a ortogonalidade correta.
3.5 Complexo Conjugado e Inversão Temporal
O complexo conjugado das funções de base: \[f_{\mathbf{k}}^* = \frac{1}{\sqrt{2\omega_{\mathbf{k}}}} \frac{e^{+i\omega_{\mathbf{k}} x_0}}{\sqrt{(2\pi)^3}} e^{-i\mathbf{k}\cdot\mathbf{x}}\] \[q_{\mathbf{k}}^* = +i\sqrt{\frac{\omega_{\mathbf{k}}}{2}} \frac{e^{+i\omega_{\mathbf{k}} x_0}}{\sqrt{(2\pi)^3}} e^{-i\mathbf{k}\cdot\mathbf{x}}\]
Propriedade Fundamental: Tomar o complexo conjugado é equivalente a uma inversão temporal: \(x_0 \to -x_0\).
Consequência: A presença da simetria de inversão temporal implica a existência de partículas e antipartículas na teoria quântica de campos. Esta é uma consequência geométrica da métrica de Minkowski.
4 Decomposição de Campos
4.1 Decomposição em Modos
Qualquer campo escalar real \(\phi(x)\) pode ser decomposto como: \[\phi(x) = \int_{\mathbb{R}^3} \frac{d^3k}{(2\pi)^{3/2}} \left[\alpha_{\mathbf{k}} f_{\mathbf{k}}(x) + \alpha_{\mathbf{k}}^* f_{\mathbf{k}}^*(x)\right]\] ou, de forma equivalente: \[\phi(x) = \int_{\mathbb{R}^3} \frac{d^3k}{(2\pi)^{3/2}} \frac{1}{\sqrt{2\omega_{\mathbf{k}}}} \left[a_{\mathbf{k}} e^{-ik\cdot x} + a_{\mathbf{k}}^\dagger e^{+ik\cdot x}\right]\] onde \(k\cdot x = \omega_{\mathbf{k}} x_0 - \mathbf{k}\cdot\mathbf{x}\).
4.2 Coeficientes de Decomposição
Os coeficientes são obtidos pelo produto simplético: \[\alpha_{\mathbf{k}} = -i(f_{\mathbf{k}}^*, \phi) = -i\int_{\mathbb{R}^3} \left[f_{\mathbf{k}}^* q_\phi - q_{\mathbf{k}}^* f_\phi\right] d^3x\] Esta relação é fundamental para a quantização do campo.
5 Solução com Fonte (Propagador)
5.1 Problema com Fonte
Queremos resolver a equação: \[(\Box + m^2)\phi(x) = J(x)\] onde \(J(x)\) é uma fonte externa.
Nota: Estamos usando o operador d’Alembertiano: \(\Box = \partial_0^2 - \nabla^2\).
5.2 Construção do Propagador
Construímos a solução como: \[\phi_J(x) = \int_{-\infty}^{x_0} dx_0' \int_{\mathbb{R}^3} d^3k \left[\alpha_{\mathbf{k}}^J(x_0') f_{\mathbf{k}}(x_0) - \alpha_{\mathbf{k}}^{J*}(x_0') f_{\mathbf{k}}^*(x_0)\right]\] onde: \[\alpha_{\mathbf{k}}^J(x_0') = -i(f_{\mathbf{k}}^*, J)|_{x_0'}\]
Observação: O limite superior \(x_0\) na integral temporal garante que o propagador seja causal (propagador retardado).
5.3 Propriedade da Solução
Derivando \(\phi_J\) em relação a \(x_0\), obtemos: \[\dot{\phi}_J = J + (\Box + m^2)\phi_J\] Portanto, \(\phi_J\) satisfaz a equação com fonte.
Interpretação: A fonte \(J\) atua como um termo de “forçamento” contínuo, gerando novos modos do campo. Esta é a versão contínua do problema do oscilador harmônico forçado.
5.4 Estrutura do Propagador
O propagador retardado tem a forma: \[G_R(x - x') = \theta(x_0 - x_0') \int \frac{d^3k}{(2\pi)^3} \frac{1}{2\omega_{\mathbf{k}}} \left[e^{-ik\cdot(x-x')} - e^{+ik\cdot(x-x')}\right]\]
Observação: Este é o propagador de Feynman para o campo escalar, que será fundamental para o cálculo de amplitudes de espalhamento.
5.5 Propriedade de Causalidade
O propagador retardado é não nulo apenas quando: \[(x_0 - x_0') = |\mathbf{x} - \mathbf{x}'|\] ou seja, quando os eventos estão conectados por um sinal que se propaga na velocidade da luz.
Definição (Cone de Luz): A região do espaço-tempo onde \(\Delta x_0 = |\Delta \mathbf{x}|\) é o cone de luz. O propagador é não nulo apenas sobre o cone de luz.
5.6 Relação com Eletromagnetismo
No caso do campo escalar, a função de Green do operador de d’Alembert é: \[G_R(x - x') = \frac{\delta(x_0 - x_0' - |\mathbf{x} - \mathbf{x}'|)}{4\pi|\mathbf{x} - \mathbf{x}'|}\]
Interpretação: Esta é a função de Green do eletromagnetismo, que descreve a propagação de sinais no vácuo. A aparente propagação superluminal do potencial de Coulomb é um artefato do regime estático.
6 Resumo e Principais Resultados
| Conceito | Fórmula | Interpretação Física |
|---|---|---|
| Base no espaço de fase | \(\Psi_{\mathbf{k}} = \begin{pmatrix} f_{\mathbf{k}} \\ q_{\mathbf{k}} \end{pmatrix} e^{i\mathbf{k}\cdot\mathbf{x}}\) | Modos de Fourier do campo |
| Ortogonalidade | \((\Psi_{\mathbf{k}'}, \Psi_{\mathbf{k}}) = -i[f^*q - q^*f]\delta^{(3)}(\mathbf{k}-\mathbf{k}')\) | Bases ortogonais no espaço de fase |
| Normalização | \(-i[f^*q - q^*f] = 1\) | Normalização delta de Dirac |
| Escolha do vácuo | \(M_{\mathbf{k}} = 0\), \(N_{\mathbf{k}} = 1/\sqrt{2\omega_{\mathbf{k}}}\) | Vácuo de Minkowski |
| Decomposição do campo | \(\phi(x) = \int \frac{d^3k}{(2\pi)^{3/2}} \frac{1}{\sqrt{2\omega}} [a_{\mathbf{k}}e^{-ik\cdot x} + a_{\mathbf{k}}^\dagger e^{ik\cdot x}]\) | Partículas e antipartículas |
| Propagador retardado | \(G_R(x-x') = \theta(x_0-x_0') \int \frac{d^3k}{(2\pi)^3} \frac{1}{2\omega} [e^{-ik\cdot\Delta x} - e^{+ik\cdot\Delta x}]\) | Causalidade e cone de luz |
7 Exercícios
7.1 Exercício 1: Normalização da Base
Considere a condição de normalização da base no espaço de fase.
Mostre que a condição \((\Psi_{\mathbf{k}'}, \Psi_{\mathbf{k}}) = \delta^{(3)}(\mathbf{k} - \mathbf{k}')\) implica que \(-i[f^*_{\mathbf{k}} q_{\mathbf{k}} - q^*_{\mathbf{k}} f_{\mathbf{k}}] = 1\).
Verifique que a escolha \(f_{\mathbf{k}} = 1/\sqrt{2\omega_{\mathbf{k}}} e^{-i\omega_{\mathbf{k}} x_0}\) e \(q_{\mathbf{k}} = -i\sqrt{\omega_{\mathbf{k}}/2} e^{-i\omega_{\mathbf{k}} x_0}\) satisfaz esta condição.
Qual é o valor da expressão se escolhermos \(M_{\mathbf{k}} \neq 0\)?
7.2 Exercício 2: Liberdade de Gauge
A transformação \(f_{\mathbf{k}} \to e^{i\theta_{\mathbf{k}}} f_{\mathbf{k}}\), \(q_{\mathbf{k}} \to e^{i\theta_{\mathbf{k}}} q_{\mathbf{k}}\) é uma liberdade de gauge.
Mostre que esta transformação deixa invariante o produto simplético.
Quantos graus de liberdade reais restam após impor a condição de normalização e a liberdade de gauge?
Qual é a interpretação física desta liberdade de gauge?
7.3 Exercício 3: Solução Geral do Oscilador
A solução geral do oscilador harmônico é \(f_{\mathbf{k}} = N_{\mathbf{k}} e^{-i\omega_{\mathbf{k}} x_0} + M_{\mathbf{k}} e^{+i\omega_{\mathbf{k}} x_0}\).
Escreva a expressão para \(q_{\mathbf{k}}\) em termos de \(N_{\mathbf{k}}\) e \(M_{\mathbf{k}}\).
Substitua na condição de normalização e mostre que \(\omega_{\mathbf{k}}(|N_{\mathbf{k}}|^2 - |M_{\mathbf{k}}|^2) = 1/2\).
Por que \(N_{\mathbf{k}}\) não pode ser zero?
7.4 Exercício 4: Escolha do Vácuo
A escolha mais simples é \(M_{\mathbf{k}} = 0\).
Qual é o valor de \(N_{\mathbf{k}}\) nesta escolha?
Escreva explicitamente as funções \(f_{\mathbf{k}}\) e \(q_{\mathbf{k}}\) para esta escolha.
Qual é a interpretação física de ter \(M_{\mathbf{k}} = 0\)?
Que tipo de vácuo esta escolha define?
7.5 Exercício 5: Complexo Conjugado e Inversão Temporal
Considere o complexo conjugado das funções de base.
Escreva \(f_{\mathbf{k}}^*\) e \(q_{\mathbf{k}}^*\) explicitamente.
Mostre que \((f_{\mathbf{k}}^*, q_{\mathbf{k}}^*) = -(f_{\mathbf{k}}, q_{\mathbf{k}})\) em termos do produto simplético.
Relacione o complexo conjugado com a inversão temporal \(x_0 \to -x_0\).
Qual é a importância desta relação para a teoria quântica de campos?
7.6 Exercício 6: Decomposição de um Campo
Um campo escalar real \(\phi(x)\) pode ser decomposto em modos de Fourier.
Escreva a decomposição de \(\phi(x)\) em termos de \(a_{\mathbf{k}}\) e \(a_{\mathbf{k}}^\dagger\).
Qual é a relação entre os coeficientes \(\alpha_{\mathbf{k}}\) da decomposição e \(a_{\mathbf{k}}\)?
Mostre que \(\phi(x)\) é real se \(a_{\mathbf{k}}^\dagger = a_{\mathbf{k}}^*\).
Qual é o significado físico de \(a_{\mathbf{k}}\) e \(a_{\mathbf{k}}^\dagger\)?
7.7 Exercício 7: Coeficientes de Decomposição
Os coeficientes de decomposição são obtidos pelo produto simplético.
Defina \(\alpha_{\mathbf{k}}\) em termos do produto simplético entre \(f_{\mathbf{k}}^*\) e \(\phi\).
Escreva a expressão integral para \(\alpha_{\mathbf{k}}\).
Mostre que \(\alpha_{\mathbf{k}}\) é constante para soluções da equação de movimento livre.
O que acontece com \(\alpha_{\mathbf{k}}\) quando há uma fonte \(J\)?
7.8 Exercício 8: Solução com Fonte
Considere a equação \((\Box + m^2)\phi(x) = J(x)\).
Escreva a solução \(\phi_J(x)\) em termos da integral temporal.
Defina \(\alpha_{\mathbf{k}}^J(x_0')\) e mostre que \(\dot{\phi}_J = J + (\Box + m^2)\phi_J\).
Qual é a condição de contorno que torna a solução causal?
7.9 Exercício 9: Propagador Retardado
O propagador retardado é definido por \(\phi_J(x) = \int d^4x' G_R(x-x') J(x')\).
Escreva a expressão para \(G_R(x-x')\) usando a decomposição em modos.
Mostre que \(G_R(x-x') = \theta(x_0-x_0') \int \frac{d^3k}{(2\pi)^3} \frac{1}{2\omega} [e^{-ik\cdot\Delta x} - e^{+ik\cdot\Delta x}]\).
Por que a função degrau \(\theta(x_0-x_0')\) aparece no propagador?
7.10 Exercício 10: Causalidade
O propagador retardado é não nulo apenas sobre o cone de luz.
Mostre que a integral em \(\mathbf{k}\) pode ser escrita como \(\frac{\delta(x_0-x_0' - |\mathbf{x}-\mathbf{x}'|)}{4\pi|\mathbf{x}-\mathbf{x}'|}\).
Interprete fisicamente esta expressão.
Por que o propagador é zero fora do cone de luz?
Como isso se relaciona com a causalidade na teoria?
7.11 Exercício 11: Partículas e Antipartículas
A simetria de inversão temporal implica a existência de partículas e antipartículas.
Como a inversão temporal atua sobre os modos de Fourier?
Qual é a relação entre uma partícula com momento \(\mathbf{k}\) e uma antipartícula?
Por que o fóton é sua própria antipartícula?
O que acontece no caso de partículas carregadas?
7.12 Exercício 12: Relação com Eletromagnetismo
O propagador do campo escalar é análogo ao do eletromagnetismo.
Qual é a função de Green do operador de d’Alembert?
Por que o potencial de Coulomb parece se propagar instantaneamente?
Como a análise do propagador resolve esta aparente contradição?
Qual é a relação entre o propagador e o cone de luz?